Imagem com a data do evento: 7 a 10 de Dezembro, com entrada franca

Antes do sucesso dos premiados longas-metragens “O som ao redor” (2013) e “Aquarius” (2016), Kleber Mendonça Filho já chamava a atenção com seus curtas. Diretor, roteirista, jornalista, crítico e programador de cinema, o cineasta pernambucano apresenta em seus filmes de curta duração – todos presentes nesta mostra em sua homenagem –, de maneira bem-humorada e reflexiva, elementos que vão do comentário social até situações surreais tendo a cidade de Recife, suas vivências e peculiaridades, como pano de fundo.

Cena do curta A menina do algodão

A menina do algodão

(PE) 2002. Doc. Fic., 6 min 12 anos

Dir. Daniel Bandeira e Kleber Mendonça Filho. Com Daniel Bandeira e Ediane Cristine da Silva.

A lenda da garotinha morta que aterrorizou crianças nas escolas do Recife, nos anos 70.

Cena do curta Vinil verde

Vinil verde

(PE) 2004. Fic., 16 min Livre

Dir. Kleber Mendonça Filho. Com Gabriela Souza, Ivan Soares e Verônica Alves.

Mãe dá à filha uma caixa cheia de velhos disquinhos coloridos. A menina pode ouvi-los, exceto o vinil verde.

Cena do curta Eletrodoméstica

Eletrodoméstica

(PE) 2005. Fic., 22 min Livre

Dir. Kleber Mendonça Filho. Com Gabriela Souza, Magdales Alves e Pedro Bandeira.

Classe média, anos 90, 220 Volts.

Cena do curta Noite de sexta, manhã de sábado

Noite de sexta, manhã de sábado

(PE) 2006. Fic., 16 min Livre

Dir. Kleber Mendonça Filho. Com Bohdana Smyrnova e Pedro Sotero.

Homem encontra mulher.

Cena do curta Recife frio

Recife frio

(PE) 2009. Fic., 25 min Livre

Dir. Kleber Mendonça Filho.

A cidade brasileira de Recife, que já foi tropical, agora é fria, chuvosa e triste, depois de passar por uma desconhecida mudança climática.

Cena do curta A Copa do Mundo no Recife

A Copa do Mundo no Recife

(PE) 2014. Doc., 15 min 12 anos

Dir. Kleber Mendonça Filho.

Recife, passando por tantas mudanças, foi cenário de uma festa de alegria e tensão, esportiva e política. Uma experiência feliz, mas repleta das contradições que fazem o Brasil ser o Brasil e aqui ganha a cara e o espaço do Recife.