Imagem com a data do evento: 7 a 10 de Dezembro, com entrada franca

O videoclipe permite a seus realizadores uma infinidade de possibilidades criativas, estéticas e narrativas, desde soluções simples, feitas com pouco ou nenhum orçamento, até as mais inusitadas e sofisticadas produções imaginadas para a divulgação de artistas e suas músicas. A mostra Decibéis tem um pouco de tudo isso, numa seleção do melhor do videoclipe independente brasileiro da atualidade.

Cena do curta Boogie Boogie – Whipallas

Boogie Boogie – Whipallas

(RJ) 2017. Fic., 5 min Livre

Dir. Philippe Noguchi.

Um velho solitário encontra companhia numa madrugada pacata em uma farmácia.

Cena do curta Bodeado – Juvenil Silva

Bodeado – Juvenil Silva

(PE) 2016. Fic., 7 min Livre

Dir. Ana Olívia Godoy.

Seres submersos, encontros místicos, um respiro.

Cena do curta Não espero mais – O Terno

Não espero mais – O Terno

(SP) 2017. Fic., 4 min Livre

Dir. Filipe Franco.

Um jovem internauta assiste ao novo videoclipe d’O Terno e, impaciente, lê os comentários do YouTube, assiste a vídeos relacionados, atende uma ligação, usa redes sociais e mesmo assim o videoclipe não para de persegui-lo.

Cena do curta Pineal – Tagore

Pineal – Tagore

(RS) 2016. Fic., 5 min Livre

Dir. Fabrício Koltermann.

Pineal é qualquer lugar, na cabeça de qualquer um. Pineal é separação, conflito e encontro.

Cena do curta O mal – Juliana Cortes

O mal – Juliana Cortes

(PR) 2016. Fic., 2 min Livre

Dir. Carlon Hardt.

Retrata, através de stop motion realizado com recortes e colagens, o surreal na perda da inocência e na sedução pelo proibido.

Cena do curta Fonte da tristeza – Cliver Honorato

Fonte da tristeza – Cliver Honorato

(MG) 2017. Ani., 4 min Livre

Dir. Samira Daher.

A história de uma mulher abandonada por seu grande amor. Inspirada na cantiga popular brasileira “Fonte do Tororó”.

Cena do curta Peixe – Michele Leal

Peixe – Michele Leal

(RJ) 2016. Fic., 4 min Livre

Dir. Angela Sugai e Felipe O'Neill.

Duas crianças ganham a madrugada para viver suas pequenas histórias de amor. A primeira tem o encanto pelo mar e pelos pescadores e a segunda tem o encanto pela primeira.

Cena do curta Breu – Xênia França

Breu – Xênia França

(SP) 2016. Fic., 4 min Livre

Dir. Gabi Jacob.

O vídeo aborda de forma sensível a questão do homicídio de Claudia Santos, morta e arrastada por um camburão policial no Rio de Janeiro.

Cena do curta Triste, louca ou má – Francisco, El Hombre

Triste, louca ou má – Francisco, El Hombre

(SP) 2016. Fic., 5 min Livre

Dir. Rafa Câmara.

Gravado em Cuba, em julho de 2016, durante turnê da banda pelo país. Participam do videoclipe as bailarinas do grupo cubano Danza Voluminosa.

Cena do curta Carta à Boa Forma – Anná

Carta à Boa Forma – Anná

(SP) 2017. Fic., 3 min Livre

Dir. Karoline Mendes.

Em questão no videoclipe, relações com o próprio corpo.

Cena do curta Lalá – Karol Conká

Lalá – Karol Conká

(SP) 2017. Fic., 3 min Livre

Dir. Vera Egito e Camila Cornelsen.

O clipe explora o tema do desejo sexual feminino. Karol canta para a câmera com muita atitude. Em paralelo, homens lambendo frutas e flores fazem alusão ao prazer da mulher ao receber sexo oral, na música apelidado de “Lalá”.

Cena do curta Lambida – Joe Silhueta

Lambida – Joe Silhueta

(DF) 2017. Fic., 3 min 18 anos

Dir. André Miranda.

Uma ode ao amor, à maturidade, à generosidade e à plenitude.

Cena do curta Elevação mental – Triz

Elevação mental – Triz

(SP) 2017. Fic., 6 min Livre

Dir. Cesar Gananian.

“Brasil, país que mais mata pessoas trans, espero que a estatística não suba amanhã, me diz porque o jeito de alguém te incomoda, foda-se se te incomoda, é meu corpo, a minha história”.

Cena do curta Mandume – Emicida

Mandume – Emicida

(SP) 2017. Fic., 9 min Livre

Dir. Gabi Jacob.

Com a participação de diversos nomes do ativismo negro no Brasil, o clipe explora questões como a ancestralidade da população negra, os conflitos ligados ao machismo, ao racismo histórico e à profunda desigualdade social no Brasil.